sábado, 4 de maio de 2013

Até no lixo nasce flor

até estando anestesiado se sente o amor. 


Até quando me ignora, por você sou amor. 
Até quando a esperança está, estou. 
Até quando não mais puder me ver amor, estarei a olhar você.

Até quando não mais doce, doçura hei de te dar. 
Até quando não mais carinho amor, afago de mim há de transbordar.
Até quando não mais cuidado, cuidado por ti  irei demonstrar.

Não importa!
Até quando você estiver, estarei, permanecerei. 
Até quando não mais estiver, permanecerei e estarei.
Pois se até no lixo nasce flor, será fácil plantar um jardim inteiro em qualquer canteiro. 
Canteiro meu, deixa flo[rir]. 


Jessica Carvalho.